Overseas Property News News Overseas Property Forum Forums Overseas Property Blog Blogs Overseas Property News Sales Terms & Conditions Acceptable Use Policy
Take Down Policy Privacy Policy Contact Us
Property in Australia Australia Property in Bulgaria Bulgaria Property in Brazil Brazil Caribbean Property Caribbean Property in Cyprus Cyprus Property in Dubai Dubai Property in Egypt Egypt Property in France France
Property in Germany Germany Property in Morocco Morocco Property in Portugal Portugal Property in Spain Spain Property in Turkey Turkey UK Property UK US Property US Property in the UAE UAE

Go Back   Overseas Property Investment Forum > The Americas Real Estate > Brazil property

Brazil property Join the property in Brazil forum to discuss all aspects of the emerging property market in Brazil. Real estate investment in Brazil is growing rapidly as many investors see huge potential for untapped capital appreciation in property in Brazil. Join the Brazil property forum to discuss the key facts and see what makes real estate in Brazil such a potentially hot investment.

Guest View - Limited Access Only
Register Free Today

Brazil - Promotion, Hype and Facts - Page 3

Reply
 
Thread Tools
  #21  
Old 25-04-2008, 03:59 PM
Senior Member
 
Join Date: Jun 2007
Posts: 819
Default

Quote:
Originally Posted by RalphJ View Post
Check it out JM....I can get the stats for you later. Columbia is normally at the top of the list and Brazil usually comes in 3rd. We have close to 60,000 people that die here per year from violent deaths. I'm talking about sheer numbers here, not ratio.
Well if we are talking sheer numbers how does the US fare against Sierra Leone or Niger or Angola?
__________________
Yes, I work for a Real Estate company doing market research and analysis but I'm not involved in sales.

Have a nice day
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #22  
Old 25-04-2008, 04:00 PM
RalphJ's Avatar
Senior Member
 
Join Date: Nov 2007
Posts: 406
Default

very interesting article if you read portuguese...if not, try a translation program.


Brasil
Edição 466 - 23/04/2007


5% do PIB...
Esse é o preço que a sociedade brasileira paga todo ano pela violência, segundo um estudo inédito do Ipea
Isabel Clemente
ESPECIAIS
Leia o estudo do Ipea


FLORES DA VIOLÊNCIA
Mil e trezentas rosas foram plantadas nas
areias da Praia de Copacabana para lembrar
as vítimas de homicídios neste ano no Rio
Parte da região central do Rio de Janeiro parou na última terça-feira por causa de uma guerra entre quadrilhas de traficantes. Durante dez horas, os bandidos trocaram tiros. Um cemitério interrompeu os velórios e os sepultamentos por receio de que parentes de mortos pudessem ser atingidos por balas perdidas. Treze pessoas morreram e oito ficaram feridas. O epicentro do confronto foi o Morro da Mineira, localizado a menos de cinco minutos do Palácio das Laranjeiras, sede do governo do Estado. A polícia voltou a exibir sua inépcia. Chegou ao local do confronto com duas horas e meia de atraso. No dia seguinte, um dos líderes de uma facção do tráfico, preso em flagrante, foi liberado pela polícia em circunstâncias ainda não esclarecidas.

Enquanto o pânico se espalhava no centro do Rio, 25 contraventores, advogados e juízes eram interrogados na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. São integrantes de uma máfia que operava ilegalmente máquinas caça-níqueis, comprava decisões no Poder Judiciário, lavava dinheiro e traficava influência (leia a reportagem sobre a Operação Hurricane nesta edição). A guerra nas favelas cariocas e a infiltração do crime organizado na Justiça são aspectos diferentes do mesmo problema: a assustadora banalidade da violência na sociedade brasileira. O dinheiro da corrupção financia o crime, arma quadrilhas e sustenta o tráfico, que mata nas ruas. Enfraquece também as instituições que deveriam garantir segurança ao cidadão e punição aos culpados.

Isso tem um custo enorme para o país, em perdas de vidas, gastos com tratamento de saúde de vítimas de violência, despesas com segurança, desestímulos à atividade econômica. O tamanho desse custo permanecia uma variável desconhecida, por falta de pesquisas de abrangência nacional. Apenas estudos sobre o custo da violência em três grandes cidades brasileiras - São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - haviam sido feitos até agora. Essa lacuna acaba de ser preenchida. Pela primeira vez, graças a um trabalho de dois anos do Grupo de Estudos da Violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um órgão do governo federal, o custo da violência no Brasil pôde ser calculado com método e rigor científico. Resultado: o crime custa cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de todas as riquezas produzidas pelo país em um ano. Em 2004, ano-base do estudo do Ipea, isso representou R$ 92,2 bilhões.


Os gastos da sociedade
com a segurança
representam quatro
vezes o Orçamento do
Ministério da Educação

Essa conta equivale à soma dos recursos gastos com segurança pública e privada, despesas hospitalares (internações e atendimento ambulatorial), roubos e perdas de vidas. Esse número foi obtido depois de uma exaustiva compilação e cruzamento de dados de registros policiais, pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Ministério da Saúde, entre outras fontes. A cifra de R$ 92 bilhões representa o quádruplo dos gastos do governo federal em educação neste ano - R$ 27,6 bilhões é a previsão orçamentária do Ministério da Educação, segundo o site Contas Abertas. A conta pode ser considerada conservadora. Por falta de dados confiáveis, o estudo do Ipea excluiu fatores que poderiam elevar ainda mais o preço da violência, como custo judicial, perdas imobiliárias e gastos com investigações.

O estudo fez contas também para tentar medir o tamanho de setores da "economia do crime", uma equação complexa, pois boa parte dela está submersa na informalidade. A indústria da segurança privada, em 2004, movimentou no país R$ 14,4 bilhões, receita comparável à de uma montadora de automóveis, como a GM, ou o dobro do faturamento das maiores empresas da área de alimentos, como a Sadia. Esse número pôde ser calculado graças às informações da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (Pnad), do IBGE, sobre remuneração declarada das pessoas que trabalhavam como vigias e guarda-costas. A "indústria do assalto" é outro ramo próspero, diz o estudo do Ipea. As estimativas sugerem que, entre roubos e furtos, um patrimônio de R$ 8,4 bilhões mudou de mãos no país em 2004. Os próprios autores do estudo tratam o número com cautela, por causa dos poucos dados disponíveis sobre o assunto.




PAZ PARA OS MORTOS?
PM em posição de tiro diante de um
corpo velado no Cemitério do Catumbi,
no Rio, fechado por algumas horas na
semana passada por causa da guerra
entre traficantes
Calcular o preço da violência é uma tarefa complexa, porque há alguns danos intangíveis, cujas conseqüências só as vítimas podem sentir. A dor de perder alguém é o exemplo mais evidente. Mas o estudo traz uma estimativa sobre as perdas de capital humano sofridas pelo setor privado, provocadas pelas mortes de pessoas que foram vítimas da violência: R$ 23,8 bilhões. Trata-se de uma projeção da renda potencial que deixou de ser produzida pela sociedade por causa da interrupção precoce de vidas. "O custo social da violência é um indicador da redução de bem-estar da sociedade", diz o economista Daniel Cerqueira, do Ipea, um dos autores do estudo.

Qual é a finalidade de um estudo como esse? Ele é o terceiro de uma série sobre violência, financiada pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O trabalho pretende orientar os gestores de políticas públicas. Com seu aprofundamento, será possível saber, de antemão, se um programa voltado para jovens infratores numa favela é mais eficiente que uma ação de policiamento na mesma comunidade e tomar decisões não mais com base na improvisação. É assim que funcionam as políticas públicas nos países mais desenvolvidos, onde zelar pela aplicação do dinheiro público não significa apenas atender à lei, mas à regra de eficiência máxima na gestão dos recursos - a mesma que pauta a iniciativa privada.

Além da explosão da criminalidade, um dos problemas mais graves da segurança pública no Brasil é a má aplicação do dinheiro destinado ao setor. Entre 1995 e 2005, o conjunto dos investimentos públicos em segurança pública aumentou de R$ 20 bilhões para R$ 28 bilhões. Desde os anos 90, os gastos com segurança pública de Estados e municípios, respectivamente, têm aumentado a uma taxa anual de 4,4% e 5,7%. Ainda assim, entre 1980 e 2004, o número de assassinatos cresceu 5,6% ao ano. Mesmo com a leve queda nas taxas de homicídios, verificada recentemente, o Brasil está entre os países mais violentos do planeta (leia o gráfico). O ritmo de redução tem sido inferior ao registrado em países tradicionalmente mais violentos, como a Colômbia. "As autoridades só falam em aumentar efetivos ou viaturas, mas esse caminho segue para a exaustão", diz Alexandre Carvalho, do Ipea, outro autor do estudo. "Jogar dinheiro para sufocar a violência não está adiantando. É preciso sentar e entender o que fazer."

O ex-secretário nacional de Segurança Pública José Vicente da Silva Filho, coronel aposentado da PM de São Paulo, cita um exemplo de que não é só dinheiro que falta para o combate da violência no Brasil. "O Distrito Federal tem a polícia mais bem paga do país e um dos maiores efetivos, com um policial para cada 100 mil habitantes. Mesmo assim, a taxa de homicídios está entre as mais altas do Brasil", diz José Vicente. "O problema no Brasil não é a quantidade de investimento, mas o que é feito com ele." Segundo José Vicente, há "uma receita básica de polícia". Para ele, "não dá para ficar inventando muito, colocando um distrito policial para cada 50 mil habitantes. Seria um desperdício de dinheiro em qualquer lugar". Mas seria possível, segundo ele, melhorar a resposta da polícia ao crescimento da violência com o uso de estratégia e inteligência, com o melhor treinamento de policiais e a gestão mais eficaz dos recursos. Recém-chegado de uma visita à Academia de Polícia de Nova York, Vicente diz que a caixa de munição, com 50 balas, vendida por US$ 20 nos Estados Unidos, aqui não sai por menos de US$ 100. "Só temos um fornecedor. Nosso treinamento é mais caro."

O combate ao desperdício na área de segurança pública poderia ser mais eficiente se houvesse mais avaliações sobre as ações anticrime, afirma Nancy Cardia, coordenadora-adjunta do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP). "Os erros só se repetem. Continuamos sem instrumentos para monitorar o desempenho", afirma a pesquisadora. "Reforçam a força policial, constroem mais presídios, e daí? Parece que não saímos do método da experimentação, na base da tentativa e erro."

Nos países mais ricos, a cultura de permanente monitoramento e avaliação está consolidada. Um exemplo vem dos Estados Unidos. Em 1996, o Congresso americano contratou um dos maiores especialistas mundiais em criminalidade e violência, Lawrence Sherman, para investigar se centenas de programas anticrime que recebiam US$ 3 bilhões por ano do Departamento de Justiça cumpriam seus objetivos. Sherman descobriu que os programas que incluíam visitas, terapia familiar, treinamento profissional para adultos eram mais eficazes. Segundo Sherman, "governos, como a química, têm de ter uma ciência experimental como base". Em 2001, a cidade de Nova York contratou dois economistas para avaliar a relação custo-benefício de 27 projetos na área de segurança - de programas de atendimento a adultos infratores a intervenções sociais em comunidades pobres. Eles descobriram que o maior retorno por dólar investido vinha dos programas voltados para o jovem infrator.

Aprenderá o Brasil um dia a lição de Sherman? Entenderemos como relacionar governo e ciência? O ideal é que o país avançasse a ponto de discutir quanto custa um seqüestro, um estupro ou uma agressão a turista. A pesquisadora Nancy Cardia, especializada em psicologia social, é reticente. Ela acredita que as poucas pesquisas disponíveis continuarão a ser ignoradas na formulação das políticas sociais ou de segurança, enquanto o critério do loteamento partidário continuar a dirigir a nomeação dos ocupantes dos principais cargos públicos. Ela faz uma pergunta: "Quem garante que as pessoas nomeadas tomarão as melhores decisões para a nação?".

Ao tomar posse para seu segundo mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o problema da violência seria combatido com a "mão forte do Estado". Certamente, muita força será necessária para enfrentar a crise da segurança pública. Mas as experiências de mais sucesso ensinam que, para alcançar os resultados na área de segurança, é preciso usar a força do Estado, com criatividade, inteligência, racionalidade e boa gestão dos recursos. O estudo do Ipea traz informações novas para que isso possa ser feito. O importante é que ele agora seja aprofundado e usado pelo poder público.
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #23  
Old 25-04-2008, 04:02 PM
RalphJ's Avatar
Senior Member
 
Join Date: Nov 2007
Posts: 406
Default

Quote:
Originally Posted by JMBroad View Post
Well if we are talking sheer numbers how does the US fare against Sierra Leone or Niger or Angola?

don't know their numbers, but the U.S. has approximately 14,000 people that die from violence a year. Brazil has close to 60K.
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
Sponsored Links
  #24  
Old 25-04-2008, 04:02 PM
Senior Member
 
Join Date: Jun 2007
Posts: 819
Default

National Violent Death Reporting System - NCIPC

You said 60.000 violent deaths per annum in Brazil. According to this website;

"Each year, about 50,000 violent deaths occur in this country (USA). Violent deaths, including homicides and suicides, cost the United States more than $52 billion in medical care and lost productivity every year. "

Does that mean you would accept calling the US a third world country?
__________________
Yes, I work for a Real Estate company doing market research and analysis but I'm not involved in sales.

Have a nice day
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #25  
Old 25-04-2008, 04:05 PM
FCZ FCZ is offline
Senior Member
 
Join Date: Apr 2008
Posts: 79
Default

I (probably we) don't have time to go over statistics now. But just here in the UAE, we have people from India, Bangladesh, paquistan, and some other dozen countries lining-up to get less than the 240 dolares of Brazil. The number of illegals goes for the thousands in this tiny country, due to the desesperation to go back to their home countries. The world bank classifies Brazil as an "upper middle income" with a reason. What would be the minimum wage of those countries below?
I'll not deny the huge problems and suffering of the poor brazilians. To tell the true, even annoys me to see Brazilians buying luxury houses here in Dubai just to have something to say during their country club meetings; But dedication to point out the negative sides in some particular places, for whatever reason, doesn't seems nice either.
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #26  
Old 25-04-2008, 04:06 PM
Senior Member
 
Join Date: Apr 2008
Posts: 768
Default

What planet are you on?I can truely say that you know nothing about 1st world and 3rd world and definately live on another planet.
Quote:
Originally Posted by FCZ View Post
Ralph,

I will certainly not classified Brazil as a first world country!! It's is classified as "upper middle income" country by the World bank, or emerging economy, those economies that are, in theory, in the pipeline to be among the big ones. My point is that Dotty insists in call "third-world" clearly with the purpose of given a negative connotation, that is not correct.
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #27  
Old 25-04-2008, 04:10 PM
FCZ FCZ is offline
Senior Member
 
Join Date: Apr 2008
Posts: 79
Default

Quote:
Originally Posted by Dotty View Post
What planet are you on?I can truely say that you know nothing about 1st world and 3rd world and definately live on another planet.
Hillarius!
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
Sponsored Links
  #28  
Old 25-04-2008, 04:11 PM
Senior Member
 
Join Date: Jun 2007
Posts: 819
Default

Quote:
Originally Posted by Golfingworld View Post
I think Dotty is realistic with some of the things he says.....much as I don't agree that Natal/NE Brazil has been extensively promoted, what he does do, like me is tell the real story and not the "Premiership Managers...let's take the positives out of this defeat".

The reality is that many of the over cooked positives about Natal area are between untruths and spin and these have been heavily debated here which is exactly what this site is available....then the unitiatiated buyer (which is most people) can make a valued judgement as to how where and why they might invest. In my view, he is realistic about Natal and I have seen and experienced similar things..what, for example is the definition of a "Third World Country", it is to us (allegedly) in the first world, somewhere where things don't quite work as we would expect and that there is a risk element, lack of protection and facilities that one would expect in our cherished first world. Brazil has a mixture of 1st 2nd and 3rd world from what I can see, but there is no doubt that petty crime is a problem all over and the more Gringos that go there there more it will increase the desire for a quick buck. What I have seen in NE Brazil is an apathy towards a real development plan (apart from Bahia) and so his ramblings on Natal are very valid in my view.

The reality is that as there was a lot of cheap land and close links to Europe the new European Property Conquistadores arrived 3/5 years ago then set about trying to convince all those that hadn't already invested in Murcia that Natal was going to be the next quick property off plan buck. They did this by carefully tailoring facts and alleged benefits such as airports, bridges, roads, etc etc....when people like myself or Dotty arrived on the scene we bacame like the little boy in "The Kings New Set of Clothes" (Danny Kaye..for those not old enough) whilst all the seller set about defending their poorly constructed positive story. The fact is, NE Brazil (which is all I know apart from Rio) is difficult, nowhere near as cheap as it seems, and certainly not moving fast into the first world of tourist destinations that all the sellers would like to claim. This is a flight thread and flights are key for overseas investors, logically, and there aint none regular or cheap...so it is going tocost youan arm and a leg to get there before you get mugged, raped or pillaged....and before you tenants folow you...that is the true story and Dotty isn't far off the mark..it's just that many don't wan to hear the negatives as it inhibits sales! End of story.
I think the major difference is that there are three types: and you only mentioned two. The third being the people that see how it is now (which I still say you and Dotty seem to not fully apreciate Brasil anymore) however they are convinced that the future is very promising and therefore worth investing in.

I place myself in that category.
__________________
Yes, I work for a Real Estate company doing market research and analysis but I'm not involved in sales.

Have a nice day
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #29  
Old 25-04-2008, 04:15 PM
Senior Member
 
Join Date: Jun 2007
Posts: 819
Default

I'd love to know what nationality Dotty is so I could explain things to her in a language she'd understand. But then again Martian never was my forté.
__________________
Yes, I work for a Real Estate company doing market research and analysis but I'm not involved in sales.

Have a nice day
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote
  #30  
Old 25-04-2008, 04:20 PM
Senior Member
 
Join Date: Apr 2008
Posts: 768
Smile

I love Brasil but the stuff you guys often write is way out of touch with the reality and thats that.The flight thing UK -Salvador 205 May but 650,00 +in June and thats before you have your hotel and rice and beans,hired a car,paid your entry into sites,taken an excursion etc.So whilst Salvador has mountains to offer Natal unfortunately does not so when the interest grows for Salvador I can see why.The difficulty with Aracaju is not being able to get there easily.
Quote:
Originally Posted by JMBroad View Post
I think the major difference is that there are three types: and you only mentioned two. The third being the people that see how it is now (which I still say you and Dotty seem to not fully apreciate Brasil anymore) however they are convinced that the future is very promising and therefore worth investing in.

I place myself in that category.
Digg this Post!Add Post to del.icio.usBookmark Post in TechnoratiFurl this Post!
Reply With Quote

Reply

Bookmarks

Thread Tools

Posting Rules
You may not post new threads
You may not post replies
You may not post attachments
You may not edit your posts

BB code is On
Smilies are On
[IMG] code is On
HTML code is Off
Trackbacks are Off
Pingbacks are Off
Refbacks are Off

LEGAL NOTICE
By using this Website, you agree to abide by our Terms and Conditions (the "Terms"). This notice does not replace our Terms, which you must read in full as they contain important information. You must not post any defamatory, unlawful or undesirable content, or any content copied from a third party, on the Website. You must not copy material from the Website except in accordance with the Terms. This Website gives users an opportunity to share information only and is not intended to contain any advice which you should rely upon. It does not replace the need to take professional or other advice. We have no liability to you or any other person in respect of any content on this Website.
FORUM PARTNERS
Property Community is owned and operated by the MoveForward.com Limited group. You can find out more about us here. We also run the Expat Forum, an ideal community for people moving overseas and looking for jobs abroad. Keep a look out for some up coming ventures like: The Dubai Forum for everything about Dubai. The Income Forum for everything financial. Future projects: Spanish Property | Weddings | UK Business.


Latest Active Threads

All times are GMT +1. The time now is 05:04 PM.

SearchSearch the site

Premium Account Benefits
Premium Member Benefits

Sub Forums:

Brazil Property ForumBrazil Property
Bulgaria Property ForumBulgaria Property
Dubai Property ForumCyprus Property
Dubai Property Forum
Dubai Property
Egypt Property ForumEgypt Property
French Property ForumFrench Property
German Property ForumGerman Property
Greek Property ForumGreek Property
Morocco Property ForumMorocco Property
Portugal Property ForumPortugal Property
Spanish Property ForumSpanish Property
Turkey Property ForumTurkey Property
UK Property ForumUK Property

Premium SubscriptionList Your Properties With a Premium Membership

Property News
Property Forum
Property Blog
Property For Sale


Powered by vBulletin® Version 3.7.2
Copyright ©2000 - 2008, Jelsoft Enterprises Ltd.
Search Engine Friendly URLs by vBSEO 3.2.0